Grupo de Estudos em Epidemiologia da Atividade Física e a Atenção Básica à Saúde

O GEEAF (http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=00454093AKV5CM) tem atuado com três diferentes frentes de ação. Uma acadêmica do curso de jornalismo da UFPel se interessou por saber mais do GEEAF-AB (Atenção Básica) e fez algumas perguntas.

Abaixo colo as perguntas e respostas, para que mais pessoas possam saber dele!

– O que é o projeto? E qual seu objetivo?
O projeto GEEAF-AB diz respeito à mobilização do Grupo de Estudos em Epidemiologia da Atividade Física em se aproximar da Atenção Básica à Saúde. Seu objetivo principal é possibilitar que a Educação Física possa contribuir com o Sistema Único de Saúde na cidade de Pelotas.
 
– Qual o objeto de estudo de vocês?
Nosso objeto de estudo é a coletividade social e como ela se relaciona com a atividade física.
A partir do diagnóstico dos níveis populacionais de atividade física, busca-se:
1) proporcionar esclarecimentos à comunidade quanto à atuação dos profissionais da Educação Física na área da Saúde.
2) estimular a prática da atividade física, com vistas à promoção da saúde e proteção contra agravos, a partir de três níveis.
a) Conscientização populacional nas salas de espera das Unidades Básicas de Saúde quanto à atividade física;
b) Atendimento ambulatorial com avaliação física e prescrição individualizada de exercícios físicos;
c)  Organização e aplicação de sessões coletivas de exercícios físicos no entorno das UBS.
 
– Quantas pessoas participam? Todos da Educação Física?
Atualmente, o grupo é composto por 12 pessoas, da Educação Física e da Fisioterapia.
Dentre elas, três docentes (dois da Educação Física e um da Terapia Ocupacional), duas mestres em Educação Física, um Mestrando em Atividade Física e Saúde, uma Especialista e cinco alunos de graduação em Educação Física (duas da licenciatura e três do bacharelado).
 
– Como e quando surgiu a ideia de montar o grupo?
Em 2010 o GEEAF começou a crescer muito, e a organização das diferentes atividades estava ficando complicada de ser centralizada. Assim, a coordenação do grupo de estudos optou por focar em três diferentes áreas:
1. Atenção Básica
2. Academias
3. Escolas
 
– Qual a frequência de encontros de vocês?
Nos reunimos semanalmente, às 11h30 de todas as segundas-feiras.
 
– Como funciona as reuniões?
Em cada reunião são elencados os tópicos de discussão e as frentes de ação.
As atividades são distribuídas entre os membros do grupo, e os produtos são apresentados nas reuniões seguintes.
Adicionalmente, passamos a discutir artigos da área, com vistas ao aprimoramento acadêmico-científico dos membros.
Como frentes de trabalho atuais temos:
1) Mapeamento geoespacial das UBS da cidade,
2) Participação nas reuniões do Conselho Municipal de Saúde,
3) Atuação na Unidade Básica de Saúde Areal Fundos.
 
Além delas, estamos envolvidos em dois projetos: Um relacionado a mudanças intensivas de estilo de vida com mulheres que tiveram diabetes gestacional (LINDA-Brasil, que inclusive conta com financiamento do CNPq) e outro com a implementação do Futebol Para a Saúde, em uma escola da cidade.
 
– O projeto tem uma data pré-definida pra terminar?
Não, pelo contrário. O GEEAF-AB tem a ideia de não se vincular a nenhum projeto de pós-graduação em específico, para que não se finde com uma tese ou dissertação. Por outro lado, dele podem emanar vários estudos diferentes, que retroalimentarão suas práticas.
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